Acredito que todo mundo tem guardado na memória algum filme ou alguns filmes que marcaram profundamente a sua infância. Eu tenho os meus, e decidi que vou dedicar-lhes um espaço todo especial no meu blog para falar um pouquinho daqueles que jamais esquecerei. Nesta lista aparecerá: A Canção do Sul, um clássico abandonado da Disney; Willow na Terra da Magia, A Lenda, O Mágico de Oz, Os garotos perdidos e por aí vai. Quero até poder escrever sobre filmes para criança que adulto adora.
Bem, o escolhido da vez foi: A Lenda. Este filme foi transmitido algumas vezes pela Globo na sua Seção da Tarde, e já faz um bom tempo que o assisti pela última vez, mas a verdade é que não dá para tirar da cabeça aquele monstro vermelhos de chifres enormes (E não! Não é o Hellboy, mas aquele que o antecedeu kkk), aquelas fadinhas pisca-pisca, o belíssimo unicórnio e um Tom Cruise bem enxutinho. Essa combinação, faz deste filme uma excelente pedida no ramo de fantasia.
Fazendo a pesquisa sobre esta obra, alguns detalhes foram me surpreendendo, e o primeiro deles foi sem dúvida alguma a direção do filme, que tem ninguém menos que Ridley Scott (Fiquei pasma aqui!). Foi rodado em 1985, com roteiro de William Hjortsberb. É classificado como Aventura, Fantasia e Romance. País de origem: Reino Unido e Estados Unidos. Com uma duração de 94 minutos. No elenco além de Cruise no papel de Jack, estão um tim Curry irreconhecível no papel do Lord das Trevas, Mia Sara, encarna a Princesa Lily. Aliados ao elenco principal de protagonistas estão David Bennent, Alice Playten, Billy Barty, Cork Hubbert e Kiran Shah. Este vai precisar de uma pequena sinopse, pois muitos podem não se lembrar, ou até mesmo nem conhecerem o filme.
Então lá vai: O Senhor das Trevas deseja matar os últimos unicórnios existentes na terra, fazendo assim com que a escuridão caia sobre o mundo e ele possa sair de sua caverna onde está protegido da letal luz do sol. Mas apenas alguém pura e bela como a princesa Lily pode atrair os unicórnios. Capturada por uma armadilha, o Senhor das Trevas prepara uma cerimonia de casamento com a princesa Lili no qual ela irá matar o último unicórnio, causando a perdição em toda a humanidade. Então, o jovem Jack e um grupo de criaturas tem que entrar na caverna antes que a noite caia para sempre e confrontar o Senhor das Trevas num duelo onde eles vão precisar de toda a ajuda que puderem.
Quando o assisti pela 1ª vez, o vi com o olhar de uma criança, que facilmente se impressiona e consegue reter na lembrança as coisas que gosta. Eu gostei muito dele, mas não sei qual seria a minha opinião agora depois de todos esses anos, e com o olhar de uma adulta. Na verdade, acredito que nem importa. O que realmente importa é como ele marcou minha infância e como me fez uma criança mais feliz, me ensinando a acreditar em fadas e unicórnios, em um mundo paralelo onde a magia a fantasia é possível. Agora peço desculpas aqueles que esperavam um tratado técnico sobre esta obra, a distância entre a última vez que o assisti e o momento em que escrevo neste blog, me impossibilita de falar um pouco mais sobre o filme. E também o fato de que não sou crítica de cinema e não entender lá muita coisa, mas apenas ser uma apaixonada por filmes, também me limitam muito quanto a esta questão. Confesso que fiquei com uma vontade enorme de rever este filme. Aqui me despeço com uma imagem que faz o herói Hellboy (apesar de bonzinho) sendo um demônio parecer um anjinho. 




